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Tópico 8: Dislipidemias e Risco Cardiovascular (Interface Endócrino)

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Sobre este tópico

Resumo de prova e questões autorais sobre metas de LDL, hipertrigliceridemia, causas secundárias endócrinas, FH e conduta por risco.

Conteúdo

EXPLICAÇÃO DE PROVA — DISLIPIDEMIAS E RISCO CV (INTERFACE ENDÓCRINO) 1) O que mais cai - Estratificação de risco para definir meta/intensidade de LDL e necessidade de terapia combinada. - LDL é alvo principal, mas não-HDL e ApoB ganham importância quando TG estão altos e há risco residual. - Hipertrigliceridemia: diferenciar risco aterosclerótico (150–499) de risco de pancreatite (>=500, especialmente >=1000). - Sempre pesquisar causas secundárias endócrinas e farmacológicas antes de intensificar tratamento. 2) Perfil lipídico e pegadinhas - Perfil sem jejum pode ser usado para triagem. - Se TG vierem elevados ou houver suspeita de dislipidemia genética, repetir em jejum. - Com TG altos, LDL calculado pode perder acurácia; use não-HDL e/ou ApoB para refinamento. 3) Metas de LDL (ênfase prática) - Diretrizes podem variar por sociedade e ano. - Em provas nacionais, quando não houver especificação contrária, priorizar os cortes da diretriz brasileira mais recente. - Em risco muito alto e extremo, metas tendem a ser mais agressivas e com combinação precoce de terapias. 4) Hipertrigliceridemia (conduta de prova) - TG 150–499: foco em risco CV global (lifestyle + estatina conforme risco). - TG >=500: além de risco CV, foco em prevenção de pancreatite. - TG >=1000: medidas dietéticas mais intensas e terapia farmacológica específica para reduzir risco de pancreatite. 5) Interface endócrina - Hipotireoidismo pode elevar LDL e TG: corrigir disfunção tireoidiana e reavaliar. - DM2/obesidade/síndrome metabólica: padrão frequente com TG alto e HDL baixo (risco residual aterogênico). - Cushing, corticoides, estrogênios e gestação podem piorar perfil lipídico, especialmente TG.

💡 Dicas

Questões

1. Em triagem, qual afirmação está mais correta sobre perfil lipídico sem jejum?

2. Segundo a Diretriz Brasileira 2025, a meta de LDL-c para baixo risco é:

3. Na diretriz brasileira 2025, o alvo de LDL-c para risco cardiovascular extremo é:

4. Na diretriz brasileira 2025, a meta intensiva citada para muito alto risco é:

5. Paciente com TG 420 mg/dL e LDL calculado duvidoso. Qual marcador é especialmente útil como alvo complementar/coprimário?

6. Segundo ACC 2021, hipertrigliceridemia grave é definida por:

7. No ACC, hipertrigliceridemia persistente é definida como:

8. Qual nível de TG é reconhecido pela Endocrine Society como marcador de risco para pancreatite?

9. Paciente com TG 650 mg/dL. Qual abordagem é mais alinhada ao ACC 2021 para reduzir risco de pancreatite?

10. No ACC 2021, qual conjunto é mais correto para TG >=1000 mg/dL?

11. Pela ESC/EAS 2019, em paciente de alto risco já em estatina com TG 135–499 mg/dL, pode-se considerar:

12. Qual cenário sugere fortemente hipercolesterolemia familiar heterozigótica (FH)?

13. Segundo ESC/EAS 2019, em FH sem DAC, o alvo mínimo de LDL-c é:

14. Sobre DM2 na ESC/EAS 2019, qual alternativa representa corretamente as metas?

15. Paciente em estatina com mialgia e LDL ainda alto. Qual causa secundária deve ser excluída antes de escalonar hipolipemiante?

16. Qual afirmação sobre Lp(a) está alinhada à diretriz brasileira 2025?

17. Qual lista contém causas secundárias e medicações associadas a TG altos segundo ACC 2021?

18. Em adulto de risco borderline/intermediário com dúvida sobre estatina, a Endocrine Society sugere considerar:

19. Qual afirmação está de acordo com a Diretriz Brasileira 2025 sobre terapia combinada?

20. Em DM2/obesidade/síndrome metabólica, qual padrão de dislipidemia é mais típico?

21. Para classificar um paciente como intolerante à estatina pela definição NLA 2022, em geral é necessário:

22. Paciente de alto risco relata mialgia ao iniciar estatina. Qual abordagem é mais alinhada ao ACC 2022?

23. Sobre sintomas musculares associados à estatina (SAMS), qual afirmação é correta?

24. Paciente com LDL 190 mg/dL e TSH 18 mUI/L (hipotireoidismo). Conduta mais correta antes de intensificar hipolipemiante:

25. Em adultos com síndrome de Cushing e dislipidemia, a recomendação mais alinhada é:

26. Em mulheres pós-menopausa com hipercolesterolemia, a diretriz da Endocrine Society recomenda:

27. Paciente com ASCVD, em estatina máxima tolerada, ainda acima da meta de LDL. Qual estratégia é mais coerente com ACC 2022?

28. Sobre a Diretriz Brasileira 2025 de dislipidemias, qual afirmação está correta?

29. Paciente com TG 380 mg/dL: qual alvo complementar ganha importância segundo SBC 2025?

30. Em alto risco, em uso de estatina, com TG 135–499 mg/dL, a ESC/EAS 2019 considera:

31. Após identificar um caso índice de FH, o rastreio em cascata deve começar por:

32. Qual afirmação é mais correta sobre rastreio em cascata na FH?

33. Sobre FH em crianças, qual alternativa está correta?

34. Qual lista combina causas e medicações associadas à hipertrigliceridemia (ACC 2021)?

35. Em TG muito alto com necessidade de estatina, qual fibrato costuma ser evitado por interação?

36. Hipertrigliceridemia persistente, segundo ACC, é:

37. Quando disponível, a diretriz brasileira 2025 sugere dosar Lp(a):

38. Em risco borderline/intermediário com dúvida sobre estatina, pode-se considerar:

39. Segundo ACC 2022, qual é opção não-estatina para reduzir LDL em pacientes selecionados?

40. Qual definição está correta sobre intolerância parcial versus completa à estatina?

41. Paciente com TSH suprimido e T4L alto apresenta LDL baixo sem tratamento. Melhor interpretação:

42. Qual condição endócrina clássica pode elevar LDL e deve ser excluída/corrigida antes de escalar hipolipemiante?

43. Mulher predisposta inicia estrogênio e evolui com elevação importante de TG. Isso é compatível com:

44. Como se calcula colesterol não-HDL?

45. No hipotireoidismo, quando deve-se reavaliar perfil lipídico segundo recomendação da Endocrine Society?